O Rio Open é um evento que acontece além das quadras: é esporte, entretenimento, marcas, hospitalidade e uma operação complexa que precisa funcionar com fluidez por vários dias. Em 2025, o torneio foi realizado no Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro, e seguiu como o principal torneio de tênis da América do Sul e o único ATP 500 realizado no Brasil.
Pelo segundo ano consecutivo, a Zoox Smart Data atuou como parceira oficial de dados do Rio Open, uma parceria pensada para transformar informações do evento em decisões melhores para três frentes: público, patrocinadores e organização.
A seguir, um recorte completo do case com foco em duas entregas centrais: análise de dados e conectividade inteligente.
Em um torneio disputado ao longo de vários dias, a operação precisa equilibrar conforto do público, performance de ativações, estratégia comercial e eficiência operacional, tudo enquanto milhares de pessoas circulam, consomem, assistem aos jogos e interagem com marcas e conteúdos.
Nesse contexto, “ter dados” não basta. O que muda o jogo é qualificar, conectar e interpretar sinais e devolver isso em forma de insights acionáveis, com velocidade suficiente para orientar decisões durante o evento e inteligência suficiente para ampliar resultado no pós.
No Rio Open, a atuação da Zoox foi construída para transformar o evento em uma plataforma de inteligência, com dois pilares:
A combinação desses pilares permite entender melhor o público, orientar ações de patrocinadores e apoiar decisões da organização, incluindo estratégias de marketing e precificação.
Eventos de grande porte exigem uma infraestrutura digital robusta: rede estável, autenticação segura e capacidade de suportar picos de uso. A visão da Zoox é que essa rede não é apenas “serviço”, ela vira um canal direto de comunicação e uma fonte estratégica de dados, com coleta orientada por privacidade.
No contexto do Rio Open, a solução de Wi-Fi da Zoox permite milhares de conexões por dia, com ênfase em estabilidade e segurança, transformando a conectividade em base para leitura de comportamento, deslocamento e engajamento.
O que isso viabiliza na prática:
O segundo pilar é a inteligência em cima dos dados do torneio. No Rio Open, o projeto envolve qualificação de dados para gerar insights detalhados sobre a audiência, com capacidade de acessar informações como preferências, comportamentos e recortes demográficos, ampliando a assertividade de ações e decisões.
A partir daí, a Zoox aplica sua expertise para transformar dados em recomendações práticas, com impacto direto em:
A Zoox entrega uma forma de identificar preferências e comportamentos para apoiar experiências mais personalizadas, indo além do que acontece na arquibancada.
Com informações sobre perfil e interesses da audiência, as marcas conseguem planejar ações mais aderentes ao público, com direcionamento melhor e mais clareza sobre o que funciona.
Os insights também apoiam decisões estruturais do evento: do refinamento de marketing à otimização de precificação de ingressos e à atração de patrocinadores de forma mais estratégica.
Em operações complexas, velocidade importa. Por isso, entregamos dashboards analíticos que permitem monitorar indicadores e apoiar decisões durante o evento (fluxo, lotação, engajamento, entre outros).
No Rio Open, essa lógica conecta o que acontece no espaço físico às interações digitais, criando uma leitura mais completa do evento, útil tanto para ajustes em tempo real quanto para relatórios e planejamento de futuras edições.
Na renovação da parceria para 2026, a Zoox destaca a aplicação de inteligência artificial e análise preditiva para criar interações mais relevantes e otimizar operações do evento.
Isso reforça um ponto importante do case: o ganho não é só “medir o que aconteceu”, mas aumentar a capacidade de antecipar padrões, orientar decisões e melhorar a experiência de forma contínua antes, durante e depois do torneio.
O Rio Open mostra, na prática, uma tese que vem ganhando força no setor: eventos viraram plataformas de dados. Quando conectividade e analytics trabalham juntos, o evento passa a gerar inteligência para:
No Rio Open, a Zoox não entra como “fornecedor de tecnologia”. Entrou como parceira de inteligência: conectando pessoas com uma experiência digital estável e segura e transformando sinais do evento em dados qualificados, dashboards e decisões.
Esse é o ponto central do case: quando a conectividade é inteligente e a análise é acionável, o evento ganha clareza e clareza vira performance.
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