Para Fintechs, Subadquirentes e Bancos Digitais, a inovação corre lado a lado com a regulação. Se por um lado a tecnologia permite escalar a abertura de contas, por outro, órgãos reguladores como BACEN e COAF apertam o cerco com normativas rigorosas, como a Circular 3.978.
O cenário é de tolerância zero. A falha em identificar a origem ilícita de recursos não gera apenas multas milionárias, mas danos reputacionais irreversíveis. O desafio central deixou de ser apenas "conhecer o cliente" (KYC) e passou a ser uma investigação profunda sobre quem realmente opera o dinheiro.
Separamos 5 estratégias essenciais para assegurar sua operação contra fraudes financeiras e garantir conformidade.
Um dos maiores riscos para adquirentes e bancos é a utilização de "laranjas" para ocultar o verdadeiro beneficiário de uma transação ilícita. Muitas vezes, a documentação apresentada é válida (CPF regular, comprovante de endereço), mas o perfil socioeconômico do titular não condiz com a movimentação financeira proposta.
A dica: Utilize inteligência de dados para cruzar informações cadastrais com estimativas patrimoniais e histórico profissional. Se um sócio de uma empresa que movimenta milhões possui um histórico recente de baixa renda ou ausência de bens, o flag vermelho deve subir imediatamente para análise humana.
Estruturas societárias complexas são frequentemente desenhadas para mascarar a origem do patrimônio e esconder Pessoas Expostas Politicamente (PEPs) ou criminosos. A regra de ouro do PLD é chegar ao Ultimate Beneficial Owner (UBO).
A dica: Sua ferramenta de background check precisa desenhar a árvore genealógica da empresa. É necessário mapear o Quadro Societário (QSA) e participações indiretas até chegar à pessoa física que controla a estrutura. Sem identificar o UBO, sua Due Diligence está incompleta.
Para o setor de Adquirentes e Cartões, existe uma modalidade específica de crime: a lavagem transacional. Criminosos criam estabelecimentos comerciais de fachada (fantasmas) e utilizam máquinas de cartão para "esquentar" dinheiro de atividades ilícitas, simulando vendas que nunca existiram.
A dica: A validação do CNPJ na entrada (Onboarding) deve ser rigorosa para garantir que o estabelecimento comercial é real e ativo. Ferramentas que cruzam dados de localização e atividade econômica ajudam a prevenir o credenciamento de empresas de fachada.
Um erro comum é realizar uma Due Diligence perfeita na abertura da conta e esquecer o cliente na base. Porém, a idoneidade é um estado momentâneo. Um cliente aprovado hoje pode ser incluído em uma lista de sanções, tornar-se um PEP ou sofrer um processo por fraude amanhã.
A dica: Implemente rotinas de re-checagem automática. O PLD eficiente exige monitoramento constante da base para identificar mudanças no perfil de risco ao longo do ciclo de vida do cliente.
Tentar realizar essas verificações manualmente em múltiplos sites públicos (Receita, Tribunais, Listas Restritivas) é a receita para o erro humano e para a lentidão operacional. No volume transacional de uma Fintech, a validação manual torna o negócio inviável.
A dica: Centralize as consultas em uma plataforma que integre via API os processos de KYC (Conheça seu Cliente) e KYP (Conheça seu Parceiro). A automação garante que 100% dos cadastros passem pelo mesmo crivo de segurança, gerando evidências auditáveis para o regulador.
Não deixe que a complexidade da legislação freie a sua expansão. O Zoox Data Risk foi desenhado para resolver exatamente esse conflito entre rigor regulatório e eficiência operacional.
Nossa plataforma atua como um centralizador de inteligência, permitindo que sua equipe identifique estruturas societárias ocultas, valide Pessoas Expostas Politicamente (PEPs) e monitore mídia negativa em uma única consulta. Seja via API para validações massivas integradas à sua esteira ou pela interface web para investigações profundas de Due Diligence , nós entregamos uma fonte robusta de dados que o seu PLD precisa para operar com segurança. Habilite sua empresa a cumprir os requisitos de KYC e KYS com eficiência máxima.
Esse é o ponto central do case: quando a conectividade é inteligente e a análise é acionável, o evento ganha clareza e clareza vira performance.
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