73% dos dados são desperdiçados? Estudo da PwC e Zoox revela como eliminar silos e ativar sua base
Zoox Smart Data - 24 de Fevereiro de 2026.
Entre 60% e 73% de todos os dados dentro de uma empresa nunca são analisados (Forrester). Enquanto você acumula "petabytes" de registros, sua operação navega no escuro.
O custo dessa cegueira é alto: a má qualidade de dados custa, em média, US$12,9 milhões por ano para organizações (Gartner).
Silos de informação não são apenas "desorganização", são ralos por onde sua receita escoa. O cliente não espera você cruzar a planilha do CRM com o Wi-Fi: ou ele é reconhecido agora, ou vai para a concorrência.
Neste artigo, vamos explorar como transformar dados brutos em conhecimento acionável, o papel crucial da segurança na confiança da marca e casos reais de como a integração de dados está reduzindo o churn de grandes empresas.
1. Dados vs. Conhecimento Acionável: O fim da era do "achismo"
O maior erro das empresas modernas é confundir volume de dados com conhecimento do cliente.
Dados dispersos, onde o marketing vê os cliques, vendas vê os contratos e o atendimento vê as reclamações, criam uma visão fragmentada. O resultado são campanhas irrelevantes, ofertas no timing errado e clientes frustrados.
O estudo "O poder dos dados na reinvenção dos negócios", realizado pela PwC Brasil em parceria com a Zoox Smart Data, destaca que o valor real não está na coleta, mas na interoperabilidade: a capacidade de integrar e cruzar dados de diferentes fontes para transformar informação bruta em insights.
Como afirma Rafael de Albuquerque, CEO da Zoox Smart Data
"Dados por si só não movem uma empresa. O impacto real vem da inteligência aplicada a eles."
Empresas que superam os silos e adotam uma cultura orientada por dados têm 3x mais chances de relatar melhorias significativas na tomada de decisões. Isso significa sair da era da "intuição executiva" para a era da precisão analítica.
2. LGPD e Segurança: De obrigação legal a ativo de marca
Durante muito tempo, a adequação à LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) foi vista como um custo ou uma barreira burocrática. Hoje, ela é um pilar fundamental de branding e lealdade.
O consumidor brasileiro está altamente consciente. Segundo a pesquisa Voz do Consumidor, 90% dos brasileiros afirmam que a proteção de seus dados pessoais é um fator crucial para confiarem em uma empresa.
O novo contrato social
Existe um novo acordo tácito no mercado: o cliente aceita compartilhar seus dados, desde que haja transparência e benefícios claros.
- Metade dos consumidores já se diz satisfeita com o uso de seus dados quando isso resulta em personalização real.
- Por outro lado, vazamentos ou uso indevido destroem a reputação da marca instantaneamente.
Portanto, investir em governança de dados e Privacy by Design não é apenas compliance, mas uma estratégia comercial para conquistar a confiança, a nova moeda de troca da economia digital.

3. Case prático: Reduzindo o churn com dados integrados
A teoria é bonita, mas como isso impacta o lucro? Vamos analisar um caso real do setor de telecomunicações citado no estudo.
Uma gigante do setor enfrentava um desafio comum: bases de dados com duplicidades, informações desatualizadas e dificuldade em saber quem realmente estava usando seus serviços. O resultado era desperdício de budget em contatos ineficientes e taxas de cancelamento (churn) elevadas.
Higienização e enriquecimento com IA
Com o time de consultoria da Zoox, a empresa implementou uma estratégia de dados para:
- Limpar a base: Eliminar duplicidades e inconsistências.
- Identificar o usuário real: Diferenciar quem paga a conta de quem usa a linha, permitindo ofertas mais assertivas.
- Georreferenciamento: Usar dados de localização para estratégias de expansão.
O resultado
Ao aplicar inteligência artificial para qualificar os dados, a empresa conseguiu otimizar o tempo das equipes comerciais e aumentar a conversão de campanhas.
Como explica Bianca Perez, COO da Zoox Smart Data:
"Com soluções integradas, as empresas são capazes de reduzir o custo de aquisição dos clientes (...) A estratégia também ajuda a reduzir de forma significativa a taxa de churn, que indica quando os clientes abandonam a marca."
4. O impacto financeiro da hiper personalização
Por fim, a visão 360º não serve apenas para eficiência operacional, ela gera receita direta.
A hipersegmentação permite sair do marketing de massa e "conversar" com o indivíduo, adaptando tom, canal e oferta. O impacto financeiro disso é mensurável:
- Consumidores pagam até 16% a mais por uma ótima experiência.
- Clientes fiéis têm 5x mais chances de recompra.

O futuro é de quem conecta os pontos
Em um cenário onde produtos e preços se tornam commodities, a inteligência de dados é o último grande diferencial competitivo.
As empresas que continuarem operando no escuro, com dados fragmentados, perderão espaço para aquelas que conseguem antecipar necessidades e oferecer experiências fluidas e seguras. A escolha é clara: ou você integra seus dados, ou desintegra sua base de clientes.
Sua empresa está pronta para essa transformação?
O primeiro passo é entender a maturidade da sua operação. Acesse o estudo completo da PwC + Zoox e veja o roadmap para a visão 360º.
Precisa de ajuda para eliminar os pontos cegos do seu background check? Fale com o nosso time!



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